segunda-feira, 30 de junho de 2014

Eu me chamo Antônio

Quem ainda não conhece o Antônio??

Eu me chamo Antônio

Descobri o "Eu me chamo Antônio" pelo instagram, mas também podem encontra-lo no facebook. E quem é o Antônio? "Antônio é um personagem de um romance que está sendo escrito, vivido."
Pedro Gabriel este génio da ilustração e dos trocadilhos entre palavras e sentimentos já publicou o primeiro livro do Eu me chamo Antônio (Booktrailer aqui) e não há-de tardar muito para um livrinho destes fazer a travessia do Atlântico e aterrar na minha estante.






Você??
Eu conheci um Antônio e acho que todos nós já conhecemos um e temos muitas histórias para contar sobre eles, será que estou enganada?
Mas, não é do Antônio que conheço/conheci que vou postar/falar!
Até que gostaria de falar um pouquinho sobre o Antônio que conheci, muitas citações feita pelo Antônio caberia perfeitamente ao que conheço.
Lendo um pouquinho percebo que eles tem algo em comum como: bares, romance, alegrias e tristezas.


Pedro Gabriel nasceu em N’Djamena, capital do Chade, em 1984. Filho de pai suíço e mãe brasileira, chegou ao nosso país quando tinha 12 anos. A adaptação à língua portuguesa foi bastante difícil e exigiu muita observação tanto dos sons quanto da grafia das palavras, um dos motivos para que Pedro desenvolvesse um talento raro para escrever. É formado em publicidade e propaganda pela ESPM-RJ.

Antônio é o personagem de um romance que está sendo escrito e vivido. Frequentador assíduo de bares, ele despeja comentários sobre a vida — suas alegrias e tristezas — em desenhos e frases escritas em guardanapos, com grandes doses de irreverência e pitadas de poesia.
Antônio é perito nas artes do amor, está sempre atento aos detalhes dos encontros e desencontros do coração. Quando está apaixonado, se sente nas nuvens e nada parece ter maior importância, e, quando as coisas não saem como esperado, é capaz de enxergar nas decepções um aprendizado para seguir adiante. Do balcão do bar, onde Antônio se apoia para escrever e desenhar, ele vê tudo acontecer, observa os passantes, aceita conversas despretensiosas por aí e atrai olhares de curiosos. Caso falte alguém especial a seu lado (situação bastante comum), Antônio sempre se acomoda na companhia dos muitos chopes pela madrugada.
“UM DIA, OS GUARDANAPOS SERVIRAM SOMENTE PARA LIMPAR A BOCA. DEPOIS, PASSARAM A TER A FUNÇÃO DE ANOTAR TELEFONES, RABISCAR IDEIAS E MANDAR RECADOS PARA A PESSOA DA MESA AO LADO, NO BAR. HOJE, O PAPEL FININHO ESTÁ FAMOSO NA INTERNET GRAÇAS A EU ME CHAMO ANTÔNIO.”

 MARIE CLAIRE
 MARIE CLAIRE



VOCÊ JÁ CRIOU O SEU GUARDANAPO?














2 comentários:

Amara Mourige disse...

Que legal essa postagem! Minha filha tem esse livro!
Lembrei da minha adolescência, escrevi muitos bilhetinhos em guardanapo.
Adorei sua visita no meu blog!
Beijos
Amara

Allê Monteiro disse...

Amara, sempre escrevi bilhetinhos em guardanapos quando namorava o meu esposo e alguns tenho guardados até hoje!!
Bjsssssssss
Allê