terça-feira, 20 de junho de 2017

Eu mudei o meu blog, ele era assim...


E agora ficou assim...


Por que estou sozinha??

Calma, aprendi que na vida precisamos nos sentir sozinhos para descobri que a maior força vem de dentro de nós. Todos podem falar algo ou até gritar o que devemos fazer ou não, mas é o coração que decidi. Em algum momento da vida temos que nos sentir sozinhos!
Ou até perdidos!
Mas somos nós que decidimos prosseguir ou não!
Sozinhos ou ser levados pela multidão?
Pausa!
Preciso ouvir o que o meu coração está querendo dizer!
E aí que descobrimos que não estamos sozinhos quando nos amamos de verdade, apesar de uns intempéries.
Posso dizer que estou numa versão melhor,talvez para alguns não (rsrs),fazer o que?
Nada!
Um dia, quem sabe um dia, vão consegui compreender que aquela outra era muito "frágil" e essa de hoje é uma "guerreira",mas deixa esse caso para o tempo responder!
Não entendeu nada?
Calma...
tem que ser aos poucos por que tudo aconteceu como um trovão.

Beijoss para vocês!

Allê Monteiro









Eu não mudei, amadureci





Tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulsoJá me decepcionei com algumas pessoas, mas também já decepcionei alguém.
Já abracei para proteger e ri quando não podia. Já fiz amigos eternos. Amei e fui amado; mas também já fui rejeitado. Já fui amado e não soube amar.
Eu gritei e pulei de alegria. Vivi de amor e juras eternas, mas também quebrei muitos juramentos.
Já chorei ouvindo música e vendo fotos. E liguei só para ouvir sua voz. Já me apaixonei por um sorriso e pensei que fosse morrer de saudade…
Tive muito medo de perder alguém especial (e acabei perdendo), mas sobrevivi!
Não deixe a vida passar…
Viva!
“Lute com determinação, abrace a vida e viva com paixão. Perca com classe e vença com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante”.
Charles Chaplin
como eu amadureci
Eu não mudei, eu aprendi e amadureci, e aprender não é mudar. Amadurecer não é fácil. Eu cresci com meus demônios e enfrentei minhas sombras.
Na verdade, a vida não vem com manual de instrução. Existem manuais para quase tudo, mas não existe manual para amadurecer. Você aprende a caminhar pela vida em meio a muitas mensagens de como deve ou não agir, de como deve ser ou o que precisa alcançar.
A maturidade emocional não é como a maturidade física, ela não depende da idade cronológica.

O caminho percorrido

Infelizmente, uma pequena parte de nós chega em um momento de vida em que pode dizer “tenho sido um bom caminhante e fiz meu caminho ao andar”.
Amadurecer significa entender que o amor mais poderoso é o amor próprio.
Por isso, é muito importante entender que, quando aprendemos, amadurecemos.
como eu amadureci

O que fazem as pessoas emocionalmente maduras?

1- Deixam ir o que não lhes faz bem

Acreditar que o passado foi melhor é muito doloroso, nos impede de soltar o peso e deixá-lo ir.
Então surge a vertigem emocional, que nos impede de olhar para o passado com serenidadeA maturidade emocional nos ensina a deixar ir, fechar ciclos e curar as nossas feridas emocionais.

2- Não deixam os problemas do passado interferirem no presente

Limpar a dor do nosso passado emocional é absolutamente necessário para viver bem o presente. Para se ter uma ideia, é como se uma pessoa alérgica jogasse para debaixo do tapete toda a sujeira da sua casa, achando que isso não vai afetá-lo.
Não permita que as lembranças dolorosas do seu passado emocional interfiram no seu presente. Aceite e supere o que aconteceu; aprenda com os erros e siga em frente.
Quando aprender a superar a sua dor, perderá o medo de olhar para dentro e curará o seu passado emocional para avançar mais um passo na vida.
como eu amadureci

3- Não reclamam de nada

As pessoas emocionalmente maduras já aprenderam que somos o que pensamos. Aja mais e reclame menos; as queixas nos aprisionam.

4- Se permitem errar

Os erros nos permitem enxergar os caminhos que não devemos seguir; aprendemos com eles.
As pessoas maduras não se punem por possuírem limitações, simplesmente as aceitam e procuram melhorar. Os erros são oportunidades de aprendizado e crescimento.

5- Aprenderam a se abrir emocionalmente

Não seja perfeccionista e não espere perfeição dos outros. Esqueça as desavenças e perdoe, inclusive a você mesmo.
A maturidade emocional lhe permite assumir o controle da sua vida. Ao desenvolver a maturidade emocional, a vida torna-se um prazer e não uma obrigação.
A maturidade emocional não evolui durante o sono, é preciso esforço, prática e paciência. Sua felicidade está em suas mãos.

Encontrei Aqui e gostei

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Meu Mundo

{Meu Mundo e Nada Mais}
Guilherme Arantes


Quando eu fui ferido
Vi tudo mudar
Das verdades
Que eu sabia

Só sobraram restos
Que eu não esqueci
Toda aquela paz
Que eu tinha

Eu que tinha tudo
Hoje estou mudo
Estou mudado
À meia-noite, à meia luz
Pensando!
Daria tudo, por um modo
De esquecer

Eu queria tanto
Estar no escuro do meu quarto
À meia-noite, à meia luz
Sonhando!
Daria tudo, por meu mundo
E nada mais

Não estou bem certo
Se ainda vou sorrir
Sem um travo de amargura

Como ser mais livre
Como ser capaz
De enxergar um novo dia

Eu que tinha tudo
Hoje estou mudo
Estou mudado
À meia-noite, à meia luz
Pensando!
Daria tudo, por um modo
De esquecer

Eu queria tanto
Estar no escuro do meu quarto
À meia-noite, à meia luz
Sonhando!
Daria tudo, por meu mundo
E nada mais

#################################

Quantas vezes já não fiquei no meu quarto a meia noite, a meia luz sonhando, com meu mundo e nada mais...

"[...]Não estou bem certo
Se ainda vou sorrir
Sem um travo de amargura[...]"

O que vou fazer com o que fizeram comigo?
Me refazer a cada manhã...
Me refazer a cada pôr do sol...
Me refazer a cada lua nova,cheia,crescente ou minguante.
Não podemos dar tanto poder assim ao outro, sobre a nossa vida e já que aconteceu... Corro para o meu mundo, quem sabe lá me encontro e essa coisa feia que fizeram comigo não pegarei para mim, vou  transformar em algo tão belo e encantador.
Quem sabe eu precisava passar por tudo isso para me purificar e ser a pessoa mais bela,apesar de...apesar de...apesar de...
E gritar: Eu conseguir limpar aquele sujeira toda!!!!
É possível!!
Eu vou conseguir sorrir sem um travo de amargura!!!!


Allê Monteiro


sexta-feira, 2 de junho de 2017

#NãoSeAssustemComigo

#NãoSeAssustemComigo
Quem for lê, logo vai pensar que não sou eu.Verdade!
Mas, estou esforçando-me todos os dias, assim quando abro meus olhos pela amanhã peço a Deus para que eu seja verdadeira em tudo.
Gosto de gente de verdade, inteira, nada pela metade!
Você mudou tanto "Allê Monteiro"!
Eu amo ouvir essa frase ao longo do dia,missão cumprida.
Para não morrer engasgada!!
Tem gente ainda hoje que morre engasgado, isso é um perigo!

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

{QUEM NÃO FOR DE VERDADE, NÃO É NINGUÉM}
Poderíamos ultrapassar todas as barreiras e dizer a verdade, poderíamos enfrentar a todos e dizer todas as palavras engasgadas na nossa garganta. Cuspir toda essa falsidade que a gente vai engolindo ao longo da vida, dar vida aos nossos pensamentos, ser defensores de nós mesmos, poderíamos fazer tudo isso sim, basta querer. Se é uma coisa que eu não consigo é engolir sapos, vou atrás da verdade esteja ela onde estiver. Se algo me incomoda, eu falo. Se alguém não vai com a minha cara, eu ignoro. Se alguém diz alguma mentira ao meu respeito, eu esclareço.
Chega de fingir que todas as pessoas são verdadeiras com a gente, chega de agradar para não ficar sozinha, chega de mentir para si mesma que o mundo é colorido, chega. Aprenda uma coisa: as pessoas tem seus interesses, e um desses interesses pode estar em você. Eu observo, eu falo, eu escrevo, eu boto em prática. Não sou de ficar calada, me desculpem pelo meu jeito, mas o silêncio não faz parte da minha verdade.
Eu não sou de dizer meias palavras, eu falo a frase inteira doa a quem doer. Muitos se afastam, outros se aproximam, mas os que realmente ficam são os verdadeiros. Eu não tenho medo de mostrar quem eu sou, de gritar sobre a minha pessoa, de escrever sobre o que eu penso. Posso estar errada, mas sei que muitos pensam como eu, mas preferem ficar em silêncio, no seu cantinho, no seu mundinho, na sua vidinha colorida onde tudo é as mil maravilhas. Eu vou continuando aqui, com as minhas verdades, nas minhas realidades, sendo quem eu sou porque se não for assim, nada serei.
Maíra cintra


Allê Monteiro

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

#Esposa de Pastor


375103_545852208798497_314012169_n* Esse artigo foi escrito para pastores, entretanto,está sendo publicado aqui para que possamos entender melhor e cooperar com as esposas de nossos pastores, tornando o seu fardo mais leve e ajudando-lhes a vencer essas lutas. 
“Ministério é um modo de vida que nos obriga constantemente a nos dedicarmos aos outros, sacrificando o nosso tempo, recursos e emoções. É uma vida que requer abnegação ao servirmos outros. E se não tivermos cuidado, ela pode nos deixar vazias, desanimadas e machucadas” (Cara Croft).
Nós, pastores, seríamos sábios em ler novamente a última linha. São palavras sábias, que nos foram dadas por Cara Croft, co-autora, juntamente com seu esposo, Pr. Brian, do importante novo livro The Pastor’s Family: Shepherding Your Family Through the Challenges of Pastoral Ministry (A Família do Pastor: Pastoreando Sua Família Através dos Desafios do Ministério Pastoral). É o manual que esperávamos para nos ajudar a pastorear nossa família com o mesmo cuidado e entusiasmo que pastoreamos nossas igrejas.
Thabiti e Kristie Anyabwile dizem que, “os pastores e suas famílias precisam de um livro como este… que fala das diversas exigências e expectativas que eles enfrentam e fornece orientação centrada no evangelho e focada na família”. E bem no centro há uma seção inteira sobre as exigências, expectativas e lutas que sua esposa encara.
Você conhece as lutas da sua esposa enquanto esposa de pastor? Porque se você ignora as lutas reais que sua companheira suporta enquanto está ao seu lado no ministério, ela ficará “vazia, desanimada e machucada”.
Deixei Brian fazer algo mais que falar nas duas últimas semanas (aqui e aqui). Então, eu pensei que poderia deixar Cara compartilhar. De modo útil, Cara identificou (ao menos) 9 lutas, que seria sábio memorizá-las e meditar por uma questão de servir às nossas ajudantes, enquanto elas fielmente servem conosco no ministério.
Se você é esposa de pastor, quais são as dificuldades que você encontrou ao apoiar e servir com seu esposo? Considere compartilhar sua história na seção de comentários.
9 Lutas das Esposas de Pastor
Aqui está algo do que Cara diz sobre nove lutas enfrentadas por uma esposa de pastor.
1) Lidar com Expectativas Irrealistas
A lista de expectativas para as esposas de pastores liderarem, participarem e cumprirem é interminável: ministério infantil, eventos da igreja, todos os serviços de culto, chás de bebê, funerais, casamentos, liderar pequenos grupos, hospedar missionários, e assim por diante. Cara escreve: “Uma vez uma esposa de um pastor me disse que a esposa do pastor deveria ser vista, mas isso não significa que nós temos que ‘fazer tudo’” (pp. 68-69).
2) Lutar Contra a Solidão
Embora o pastor e sua esposa sejam conhecidos por muitas pessoas, “há muito, muito poucas pessoas que realmente ‘sabem’ quem realmente somos”. Algo como acontece com o presidente e sua esposa. Devido a essa e outras razões, “é difícil escapar do fato de que a esposa do pastor pode ser muito solitária” (p. 72).
3) Ignorada, Esquecida
“…os ministérios dos nossos esposos são públicos e visíveis. Eles estão na frente do povo, pregando ou ensinando. Enquanto isso acontece, muitas vezes estamos no berçário ou nos bancos, tentando manter nossos filhos quietos. Enquanto os esposos estão fora em reuniões e na comunhão com outros membros, frequentemente estamos presas em casa com filhos doentes! Nossas necessidades e nossas contribuições para a família e para a igreja tendem a passar despercebidas” (p. 75).
4) Aprender a Lidar com as Críticas
Cara diz que lidar com as críticas tem sido um dos seus maiores desafios: “Mas não é a crítica dirigida a mim que é difícil – é quando as pessoas criticam meu marido ou meus filhos” (p. 76). Quer as críticas sejam sobre os sermões, a liderança, a direção da igreja ou qualquer outra coisa, lidar com ela é difícil para a esposa do pastor.
5) Um Calendário Exigente
Cara descobriu que o ministério pastoral em tempo integral não é tão diferente da vida de um médico: “O médico de minha família e eu frequentemente nos condoemos quando discutimos as semelhanças entre nossas vidas e as programações caóticas que administramos” (p. 79). Sabemos disso e eles também: Pastores realmente não têm um dia de folga, e isso é difícil para as famílias.
6) Questões de Confidencialidade
Cara pontua de maneira útil que, quando compartilhamos informações com as nossas esposas sobre questões sensíveis da igreja – sobre a organização, as pessoas e as famílias – a tentação de compartilhar essas informações com os outros aumentará na medida em que o conhecimento dos assuntos aumenta.
7) Você Não Tem Que Ser um Gigante Teológico
Aqui estão sábias palavras de Cara: “É importante para mulheres estar na Bíblia, aprendendo as Escrituras. Precisamos estudar a Palavra de Deus, mas não temos que ser gigantes teológicos só porque estamos casadas com um pastor” (p. 85). E pastores, saibam que existe uma pressão para que nossas esposas tenham as respostas teológicas que as pessoas estão procurando em nós.
8) Evite os Estereótipos
Todas as esposas de pastor possuem certas ideias sobre o que deveriam ser: “Tais ideias alimentam as expectativas que existem e colocamos em nós mesmas, bem como as que são colocadas sobre nós pela igreja. Precisamos lembrar que cada ministério é único e cada casamento é único, e Deus tem nos dotado de maneira singular para a posição e papel em que estamos inseridas” (p. 86).
9) Lutar as Batalhas Espirituais
Sabemos que a nossa luta não é contra “carne e ossos”, mas, sim, contra o próprio Satanás. E o ponto é que nossas esposas estão nessa mesma batalha assim como nós. Isso significa que elas necessitam estar em guarda e tomar medidas para vestirem toda a armadura de Deus e lutar. Isso também significa que o inimigo se voltará contra elas com a tentação, depressão, desânimo, e toda uma série de coisas que tentará derrotá-las, a fim de também nos derrotar.
A Alegria em Ser uma Esposa de Pastor
Esta é uma seção dura, especialmente se a sua resposta for “Mas, eu não tinha ideia!” Porém, enquanto Cara deseja nos ajudar a entender e reconhecer as grandes lutas que nossas esposas travam, ela também reconhece que esse papel traz muitas alegrias:
“Antes de qualquer coisa, estamos casadas com um pastor! Sim, eu sei que pode parecer óbvio, mas isso pode trazer alegria profunda. Estamos casadas com alguém que é duplamente responsável por cuidar das nossas almas, e nós temos a alegria e a bênção de ministrar a um dos servos escolhidos de Deus de uma forma única e especial. Nós providenciamos um lugar de refúgio e descanso para estes homens de Deus. Temos que incentivá-los em seu trabalho, colher dos seus conhecimentos e experimentar do seu cuidado em primeira mão”. (p. 90)
As possibilidades são de que nossas esposas se sintam da mesma forma! Por ser casada com um pastor as possibilidades de sua esposa são enormes. Que ela esteja extremamente feliz em oferecer um lugar de refúgio, conforto, paz, encorajamento e conselho para o seu importante papel.
Ou talvez não. Especialmente se um ou mais dos nove pontos acima estão sendo deixados sem solução e sem cuidado. Eu não sei quanto a vocês, mas desejo que esse papel seja para minha esposa uma alegria, não um fardo.
Mas isso acontecerá apenas quando estivermos conscientes e formos solidários às genuínas exigências e lutas que nossas esposas, a quem Deus designou como nossas ajudadoras no ministério, enfrentam.
Para finalizar, Brian Croft escreveu: “Pastores, vocês precisam entender que a mulher que dorme ao seu lado todas as noites e partilha a vida é aquela a quem Deus, em sua providência, apontou como sua esposa e companheira no ministério” (p. 90). Isso significa que você não somente deve “incentivar sua esposa a abraçar esse papel”, mas também deve incentivá-la e apoiá-la em meio às lutas que vêm com esse papel.
Eu sei que eu vou, agora que tenho uma maior apreciação por tais lutas.
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Jeremy Bouma* Esse artigo foi publicado originalmente no Engaging Church, traduzido pelo Pr. Alan Alexandrino e publicado em português no blog Cristão Reformado sob o nome “9 LUTAS ENVOLVIDAS EM SER ESPOSA DE PASTOR QUE TODO PASTOR DEVE CONHECER”. Reproduzido aqui por autorização do tradutor. 
** Jeremy Bouma é pastor na Evangelical Covenant Church no Oeste do Michigan. Ele é o fundador do site THEOKLESIA, de conteúdo dedicado a ajudar a igreja do século 21 a redescobrir a fé cristã histórica, possui Mestrado em Divindade (MDiv) e Mestrado em Teologia (ThM), e escreve sobre fé, vida e tudo em www.jeremybouma.com.