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sábado, 5 de julho de 2014

#É Simples Ser Feliz

#É Simples Ser Feliz



Para sermos felizes temos que nos cercar de pessoas felizes, alto astral, que curtam a vida sem picuinhas!
Lendo todo esse artigo percebi a importância que pode causar em nossa vida e como o conhecimento é algo que temos ao nosso favor, não utilizamos tanto, deixamos coisinhas tão simples passar,  sendo que há tanto valor para nós e para quem convivi conosco porque sei como não é fácil lidar com tantas questões emocionais!
Espero que vocês possam gostar da leitura!
Acredito que estão entendendo o que estou a procura e porque registro aqui,tudo tem um sentido!
Encontrei na página do FACEBOOK

{Vamos Conferir}

21 hábitos das pessoas extremamente felizes

20 de março de 2014
Martin Seligman, o pai da psicologia positiva, teoriza que apesar de 60% da felicidade ser determinada pela genética e pelo ambiente os 40% restantes cabem a nós.
Em sua palestra na TED de 2004, Seligman descreveu três tipos de vidas felizes: a vida de prazeres, na qual você enche sua vida com quantos prazeres puder, a vida do envolvimento, em que você encontra a vida no trabalho, em ser pai, no amor e no lazer, e a vida que tem sentido, aquela que “consiste em saber quais são suas maiores forças e, também, em saber usá-las para servir e fazer parte de algo maior que você mesmo”.
Após explorar o que traz a satisfação definitiva, Seligman se disse surpreso. Buscar o prazer, determinaram as pesquisas, não contribui quase nada para a satisfação duradoura. O prazer é o “chantilly e a cereja” que dão um toque adocicado para as vidas baseadas na procura do sentido e do envolvimento.
Por mais que conceitos como sentido e envolvimento possam parecer grandiosos, as pessoas felizes têm hábitos que podem fazer parte do seu dia a dia e que podem compor o quadro total do êxtase. Pessoas felizes têm certas inclinações que ajudam na busca do sentido – e essas inclinações também funcionam como motivação.
1. Elas se cercam de pessoas felizes
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A alegria é contagiosa. Os pesquisadores do Estudo do Coração de Framingham, que investigaram a propagação da felicidade ao longo de 20 anos, descobriram que aqueles que estão cercados por pessoas felizes “têm chance maior de felicidade no futuro”. É um motivo mais que suficiente para se livrar dos amigos depressivos e passar mais tempo com gente otimista.
2. Elas não sorriem sem motivo
Mesmo que você não se sinta tão disposto, cultivar pensamentos felizes – e sorrir por causa deles – pode contribuir para sua felicidade e fazer de você uma pessoa mais produtiva, de acordo com um estudo publicado no Academy of Management Journal. É importante sorrir genuinamente: o estudo revelou que fingir um sorriso quando suas emoções, na verdade, são negativas pode piorar seu humor, em vez de melhorá-lo.
3. Elas têm o poder de se recuperar
De acordo com o psicólogo Peter Kramer, o oposto da depressão não é a felicidade, mas sim a resiliência, ou seja, a capacidade de se recuperar. Pessoas felizes sabem se levantar depois de um fracasso. A resiliência é como uma camada de espuma amortecedora para as inevitáveis dificuldades que nós humanos vamos enfrentar. Como diz o provérbio japonês: “Caia sete vezes e levante oito”.
4. Elas tentam ser felizes
Isso mesmo – é simples assim: simplesmente tentar ser feliz pode melhorar seu bem-estar emocional, de acordo com dois estudos recém-publicados no Journal of Positive Psychology. Aqueles que tentam ativamente se sentir felizes relatam os maiores níveis de humor positivo, uma defesa do argumento que diz que você pode ser feliz se tiver pensamentos felizes.
5. Elas estão atentos às coisas boas
É importante comemorar as grandes conquistas, aquelas que exigem muito esforço, mas as pessoas felizes também dão atenção às vitórias menores. “Quando prestamos atenção às coisas que dão certo, temos várias recompensas ao longo do dia”, disse Susan Weinschenk ao Huffington Post. “Isso ajuda a melhorar nosso humor.” E, como explica Frank Ghinassi, estar atento às coisas que dão certo (mesmo que seja simplesmente o fato de terem servido o café como você gosta) ajuda a ter uma sensação de conquista ao longo do dia.
6. Elas apreciam os pequenos prazeres
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Um sorvete de casquinha com uma espiral perfeita. Um cachorro feliz da vida. As pessoas felizes conseguem apreciar esse tipo de prazer cotidiano. Encontrar sentido nas pequenas coisas e serem gratos por tudo o que eles de fato têm, por acharem que está associado à ideia geral de felicidade.
7. Elas dedicam parte de seu tempo para doações
Mesmo que o dia tenha só 24 horas, pessoas positivas usam parte desse tempo para fazer bem a outras, o que, em contrapartida, faz bem a elas mesmas. Uma pesquisa de longo prazo chamada American’s Changing Lives encontrou vários benefícios ligados ao altruísmo: “O trabalho voluntário faz bem para a saúde física e mental. Pessoas de todas as idades que fazem trabalho voluntário são mais felizes e têm saúde melhor e menos depressão”, relatou Peggy Thoits, líder de um dos estudos.
Essas pessoas também experimentam o que os pesquisadores chamam de “o barato de ajudar”, um estado eufórico observado nas pessoas envolvidas em atos de caridade. “É um ‘barato’ literal, como aquele induzido por drogas”, escreve Christine L. Carter. “O ato de fazer uma doação financeira ativa o centro de recompensas no nosso cérebro responsável pela euforia mediada pela dopamina.”
8. Elas se permitem perder a noção do tempo (e às vezes sem querer)
Quando você está imerso numa atividade que é ao mesmo tempo desafiadora, revigorante e significativa, você está experimentando um estado mental chamado de “fluidez”. Pessoas felizes buscam esse “entusiasmo” ou “empolgação”, o que diminui a inibição e promove sensações associadas ao sucesso. Como explicado em Pursuit-of-happiness.org, “para que haja ‘fluidez’ é preciso encarar a atividade como voluntária e prazerosa (intrinsicamente motivadora), e ela também tem de exigir habilidade e ser desafiadora (mas não muito), com um objetivo final claro”.
9. Elas trocam o bate-papo por conversas mais profundas
Nada errado com aquele papo de vez em quando, mas sentar para conversar sobre as coisas que importam é importante para curtir a vida. Um estudo publicado na Psychological Science revelou que aqueles que conversam profundamente em vez de ficar batendo papo se sentem mais satisfeitos.
“Queria ter tido a coragem de dizer o que sentia” é um dos cinco principais arrependimento de quem está morrendo – um sentimento que indica que talvez desejemos ter passado menos tempo falando da chuva e mais tempo falando do que realmente nos toca.
10. Elas gastam dinheiro com outras pessoas
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Talvez o dinheiro compre felicidade. Um estudo publicado na Science apontou que investir o dinheiro em outras pessoas tem mais impacto na felicidade que gastar consigo mesmo.
11. Elas fazem questão de ouvir
“Ouvir desenvolve a capacidade de absorver conhecimento em vez de bloquear o mundo com suas próprias palavras ou sua mente distraída”, escreve David Mezzapelle, autor de Contagious Optimism (otimismo contagioso, em tradução livre). “Você também demonstra confiança e respeito pelos outros. Conhecimento e confiança são provas de que você é seguro e positivo e, portanto, irradia energia positiva.” Saber ouvir é uma qualidade que reforça os relacionamentos e leva a experiências mais satisfatórias. Um bom ouvinte pode sair de uma conversa sentindo que sua presença serviu para alguma coisa, uma experiência que está relacionada ao bem-estar.
12. Elas preferem conexões pessoais
Mandar um SMS ou uma mensagem de Facebook para seus amigos é rápido e conveniente. Mas gastar dinheiro numa passagem para ver sua pessoa predileta do outro lado do país tem peso quando se trata do seu bem-estar. “Há uma necessidade profunda do senso de ‘participação’ que vem das interações pessoais com amigos”, diz John Cacciopo, diretor do Centro de Neurociência Social e Cognitiva da Universidade de Chicago. As mídias sociais, por mais que nos mantenham em contato, não nos permitem o contato físico, o que ajuda a controlar a ansiedade.
13. Elas olham para o lado bom
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O otimismo melhora a sua saúde de várias maneiras, incluindo a redução do estresse, a tolerância à dor e a longevidade para aqueles com problemas de coração. Se você escolher olhar para o lado bom das coisas, também estará escolhendo a saúde e a felicidade.
Seligman resumiu o que talvez seja a principal característica dos otimistas em seu livro mais elogiado, Learned Optimism (aprendendo o otimismo, em tradução livre):
A característica que define os pessimistas é que eles tendem a acreditar que as coisas ruins vão durar muito tempo, vão minar tudo aquilo que eles fazem, e é tudo culpa deles. Os otimistas, quando confrontados com os mesmos problemas, pensam da maneira oposta. Eles tendem a acreditar que a derrota é só um retrocesso temporário e que as causas estão confinadas àquele caso em particular. O otimista acredita que a derrota não é culpa sua: as circunstâncias, o azar ou outras pessoas têm culpa. Essas pessoas não se abalam com derrotas. Confrontadas com problemas, elas os encaram como desafios e tentam de novo, com mais empenho.
14. Elas gostam de uma boa seleção musical
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A música tem poder. Tanto que ela pode se comparar às massagens no quesito reduzir ansiedade. Em um período de três meses, o Instituto de Pesquisa de Saúde Grupal descobriu que pacientes que simplesmente ouviam música tinham uma redução nos níveis de ansiedade iguais àqueles que recebiam dez massagens de uma hora. Escolher as músicas certas é um fator importante, entretanto. Músicas tristes ou felizes podem afetar como vemos o mundo. Em um experimento, os participantes tinham de identificar rostos tristes ou felizes enquanto ouviam música, e eram grandes as chances de que eles escolhessem rostos que combinassem com a música.
15. Elas se desplugam
Seja meditando, respirando fundo longe do computador ou deliberadamente se desconectando dos eletrônicos, desligar-se do nosso mundo hiperconectado tem vantagens comprovadas no que diz respeito à felicidade. Falar ao celular pode aumentar sua pressão arterial e seu nível de estresse. Ficar horas a fio diante de uma tela está ligado à depressão e à fadiga. A tecnologia não vai desaparecer, mas uma desintoxicação digital dá ao seu cérebro a oportunidade de se recuperar e se recarregar– e, mais que isso, isso pode aumentar sua resiliência.
16. Elas olham para o lado espiritual
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Estudos apontam uma ligação entre práticas religiosas e espirituais e jovialidade. Para começar, hábitos importantes para a felicidade costumam ser valorizados na maior parte das convenções espirituais: expressar gratidão, compaixão e caridade. E fazer as perguntas que importam ajuda a dar contexto e significado para as nossas vidas. Um estudo de 2009 aponta que crianças que achavam que suas vidas tinham um propósito (promovido por conexões espirituais) eram mais felizes.
A espiritualidade oferece aquilo a que o sociólogo Émile Durkheim se referiu como “tempo sagrado”, um ritual de desconexão que leva a momentos de reflexão e calma. Como escreve Ellen L. Idler em The Psychological and Physical Benefits of Spiritual/Religious Practices (os benefícios psicológicos e físicos das práticas espirituais/religiosas, em tradução livre):
O tempo sagrado significa um tempo longe do “tempo profano” no qual levamos a maior parte das nossas vidas. Um período diário de meditação, a prática semanal de acender as velas do shabat, ou ir a cultos ou missas, ou um retiro anual num lugar isolado, quieto e solitário: todos são exemplos de garantir um tempo longe da correria das nossas vidas cotidianas. Períodos de descanso e folga do trabalho e das demandas do dia a dia ajudam a reduzir o estresse, fator primordial nas doenças crônicas que ainda são a principal causa de morte na sociedade ocidental. Experiências transcedentais religiosas e espirituais têm efeito positivo, restaurador e curativo, especialmente se são “embutidas”, por assim dizer, no nosso ciclo de vida diário, semanal, sazonal e anual.
17. Elas priorizam o exercício
Um sábio, mas fictício, estudante da Faculdade de Direito de Harvard disse certa vez: “Exercício gera endorfinas. Endorfinas te fazem feliz.” Já se demonstrou que as endorfinas aliviam sintomas de depressão, ansiedade e estresse, graças aos vários químicos cerebrais que são liberados para amplificar as sensações de felicidade e relaxamento. Além disso, um estudo publicado pelo Journal of Health Psychology indica que o exercício melhora a percepção que as pessoas têm do próprio corpo – mesmo que elas não tenham perdido peso ou tido qualquer tipo de melhora aparente.
18. Elas gostam do ar livre
Quer se sentir vivo? Uma dose de 20 minutos de ar fresco significa uma sensação de vitalidade, segundo vários estudos publicados no Journal of Environmental Psychology. “A natureza é o combustível da alma”, diz Richard Ryan, autor principal de vários dos estudos. “Quando nos sentimos com pouca energia muitas vezes tomamos um café, mas as pesquisas sugerem que o contato com a natureza é muito mais eficaz.” E, mesmo que todo mundo prefira o café quente, é melhor tomar nossa dose de ar livre em temperatura morna: um estudo sobre o clima e a felicidade indicou que a temperatura ótima para a felicidade é 13,8 graus.
19. Elas passam tempo na cama
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Acordar com o pé esquerdo não é um mito. Quando faltam horas de sono, provavelmente falta também clareza e sobram bom humor e decisões erradas. “Uma boa noite de sono pode ajudar e muito a reduzir a ansiedade”, disse Raymond Jean, diretor de medicina do sono e diretor-associado de cuidados críticos do hospital St-Luke’s-Roosevelt, ao Health.com. “Um bom sono traz estabilidade emocional.”
20. Elas gargalham
Você já ouviu essa: a gargalhada é o melhor remédio. Se você estiver tristonho, pode ser verdade. Uma boa risada libera químicos no cérebro que, além de dar aquele barato, nos preparam melhor para tolerar a dor e o estresse. E você pode até trocar um dia na academia por uma sessão de piadas (talvez). “A resposta do corpo a repetidas risadas é similar à dos exercícios”, diz Lee Berk, líder de um estudo de 2010 focado no efeito das risadas no corpo. O mesmo estudo aponta que certos benefícios dos exercícios, como um sistema imune saudável, apetite controlado e bons índices de colesterol, podem ser alcançados com gargalhadas.
21. Elas dão passadas largas
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Já reparou quando alguns amigos estão andando nas nuvens? Tem tudo a ver com a caminhada, segundo uma pesquisa conduzida por Sara Snodgrass, uma psicóloga da Florida Atlantic University. No experimento, Snodgrass pediu que os participantes do estudo caminhassem por três minutos. Metade deles tinha de dar passadas longas, mexendo os braços e mantendo a cabeça levantada. Eles relataram estar mais felizes depois do passeio que o outro grupo, que deu passadas curtas, olhando para o chão.
Alessandra Monteiro


domingo, 22 de junho de 2014

Dicas

Quando levar sua filha ao ginecologista

Por Equipe BBel
Publicado em 03/02/2012 Atualizado em 05/02/2013

Mãe cumprimenta médico ao lado da filha<>
Shutterstock
Na primeira consulta com a adolescente, o ginecologista pode apenas conversar e tirar dúvidas, ou então fazer um exame mais detalhado. "Normalmente, o primeiro encontro serve apenas para um bate-papo e para estabelecer um bom relacionamento entre o médico e a paciente, esclarecendo dúvidas e inquietudes, bem como para o especialista conhecer o histórico familiar da menina. Sempre que possível, a consulta inicial envolve também um exame físico que até pode assustar, mas não tem necessariamente um caráter ginecológico. Meninas virgens não precisam se preocupar, porque mesmo o temido exame preventivo, que identifica o câncer de colo do útero, no caso delas é feito com um aparelho que garante a integridade do hímen", explica Viviane.
"A primeira consulta é dividida em duas partes. Primeiro, realizamos uma entrevista, que é quando a adolescente deve ser pesada, medida e realizada a anamnese (histórico). Em seguida, fazemos um exame físico. A paciente fica nua, veste um avental aberto para frente e é colocada em posição ginecológica. O médico examina as mamas e o abdômen através da inspecção e palpação, e também a vulva, onde observa-se o desenvolvimento dos pelos pubianos, pequenos e grandes lábios, clitóris e uretra. Se a paciente é sexualmente ativa, acrescentamos o exame especular, com a finalidade de examinar a vagina, colo uterino e colher, além do papanicolau. Por fim, é realizado o toque vaginal, em que se detecta alterações da vagina, útero, ovários e trompas", esclarece Omar.
Após a primeira menstruação, a menina começa a sentir alguns sintomas relacionados a alterações hormonais, que precisam ser avaliados por um ginecologista. "Nesta idade a adolescente pode ter acne e oleosidade na pele e se consultar com uma dermatologista por pensar que é só um problema de pele, mas a médica acaba indicando o ginecologista por serem problemas ligados a alterações hormonais. É normal também sentir cólica, mas é preciso que o ginecologista avalie, para confirmar se é uma cólica comum ou algum problema, como a dismenorreia (um tipo de cólica muito forte) ou um início de endometriose. Já sobre a irregularidade menstrual, é comum acontecer nos dois primeiros anos de menstruação, mas é importante ter acompanhamento médico para descartar a possibilidade de ovários policísticos", alerta Marco Aurélio. "Outros problemas comuns são alterações mamárias e corrimento vaginal", comenta Viviane.
Nesta primeira visita ao ginecologista, a mãe pode acompanhar a filha na consulta. "Neste momento o médico, a mãe e a filha entram em um acordo para que a menina se consulte sozinha nas próximas vezes e, assim, fique à vontade e tenha o direito à confidencialidade na consulta. O diálogo com o ginecologista é um canal de comunicação para a adolescente e ela precisa se sentir segura para conversar, pois muitas vezes ela não tem com quem falar sobre sexo", afirma o médico Marco Aurélio.
"Apesar de não ser obrigatória, a presença da mãe é bem-vinda, já que ela conhece melhor os antecedentes de doenças na família e pode transmitir mais segurança à filha. Porém, é comum que a menina chegue ao consultório acompanhada de uma amiga, o que pode deixá-la mais confortável. Nesse momento, juntas, elas podem tirar dúvidas e conversar sobre orientação sexual, métodos contraceptivos, uso de preservativos e, inclusive, consumo de drogas e suas consequências. Normalmente, a companhia da mãe, além ter de relação direta com o contexto familiar, passa uma sensação de apoio e atenção. Quando o profissional percebe que a paciente se sente embaraçada com a presença de algum familiar, pode pedir para a pessoa se retirar em uma segunda fase da consulta. Assim, é mais fácil abordar questões delicadas como as relacionadas à vida sexual sem qualquer constrangimento", garante a ginecologista Viviane.
Mas a presença da mãe na primeira consulta deve ser uma escolha da filha. "Geralmente, as adolescentes são desconfiadas, por isso sua vontade deve ser respeitada. A maioria prefere a mãe, outras a presença de uma amiga e poucas vão sozinhas. Sobre a escolha de ginecologistas homens ou mulheres, não existe certo ou errado. Uma dica é não levá-la ao mesmo médico da mãe, pois as jovens ficam preocupadas em terem que revelar seus problemas ou intimidades", recomenda Omar. 

Dicas

10 dicas para viver bem com seu filho adolescente



10 lembretes



O relacionamento entre pais e filhos adolescentes nem sempre é marcado pela harmonia. Discussões, críticas e desentendimentos muitas vezes fazem parte da rotina. “Para melhorar a relação, mantenha um diálogo aberto, sincero, livre de preconceitos e julgamentos”, diz a psicanalista Blenda de Oliveira, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Confira nossas dicas e melhore a convivência entre vocês:

1. Imponha limites, mas sempre converse e explique os motivos das regras.

2. Crie momentos gostosos, tenha conversas relaxadas e descontraídas. Convide seu filho para andar de bicicleta, fazer compras ou qualquer atividade que possam compartilhar juntos.

3. Sempre que possível, elogie e confie no adolescente, para que ele adquira uma imagem positiva de si mesmo.

4. Incentive-o a participar de esportes, música, arte, dança ou outras atividades que estimulem a autoconfiança.

5. Evite críticas exageradas, por exemplo, em relação à decoração do seu quarto ou à maneira de se vestir. Apenas intervenha se o comportamento de seu filho for prejudicial, ilícito ou violar os seus direitos.

6. Seja flexível. “Se o seu filho é responsável e cumpre com as suas obrigações, reveja as regras e ceda um pouquinho”, orienta a psicanalista.

7. Permita que ele aprenda com suas próprias experiências e erros, para que saiba assumir a responsabilidade sobre suas decisões e ações. No entanto, interfira caso ele pretenda fazer algo perigoso ou ilegal.

8. Mantenha distância quando o adolescente estiver mal-humorado. Deixe-o tranquilo e respeite sua intimidade.

9. Evite que seus próprios problemas e pressões do dia a dia acabem prejudicando o relacionamento com seus filhos. Observe-se, cuide-se e, sobretudo, evite o estresse.

10. Dê o exemplo. “A educação dos filhos não se dá pelo que é falado, mas, sim, pelas atitudes e pela coerência entre o que é dito e o que é feito pelos pais”, explica Blenda.

Portal Vital

Allê Monteiro

quarta-feira, 5 de março de 2014

20 Coisas que eu NUNCA fiz!!!! 

Vocês conhecem o blog de "365 nuncas" ???? Caso não conheçam, esta é uma ótima oportunidade. Eu conheci o blog e o projeto dos "nunca" logo que comecei a montar minha lista dos 101 desejos. Passando pela lista da "Garota e seus livros", li um desejo que me chamou atenção _ "Fazer 20 itens do 365 nuncas". Claro que eu precisei saber que "nunca" era esse, né?!?! Assim, conheci a experiência realizada por 2 amigas cheias de vida, de criatividade e de sorrisos. Devorei o site em poucas horas e decidi que 1 de meus desejos seria exatamente realizar 20, entre todas as coisas feitas nos "nuncas". Por isso, apresento hoje meu desejo de número 22 _ Fazer 20 itens do blog "365 nuncas"; Entre os 20 itens que listei, o primeiro já em andamento é o seguinte _ "Doar palavras no 'http://doepalavras.com.br' ".  O Doe Palavras é um site onde qualquer pessoa pode escrever uma frase de motivação que será mostrada a pacientes que precisam de força nos hospitais Mario Pena, Luxemburgo e Casa de Apoio Beatriz Ferraz. Eu descobri que NUNCA tinha feito algo tão simples e que adoraria fazer disto uma prática em minha vida. Então, decidi que, ao menos, 1 vez por mês vou doar palavras para pessoas que precisam de apoio. Como AMO ler, tenho absoluta certeza que palavras, muitas vezes, são melhores e mais valiosas que qualquer remédio. Então, não custa ajudar, não é mesmo?!?!?!? Vou começar a realizar esta atividade em março/2014 e,  amanhã será o meu primeiro dia, enviarei a minha frase do mês de março.  Então, o que vocês acham de Doar Palavras????? Blogueiros escrevem tanto, dediquem algumas letras a quem precisa de um pouco de carinho!!! #ficadica!!! curso maquiagem